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Publicado em: 06/04/2018

Presidente participa de solenidade em comemoração ao Brasil Livre da Febre Aftosa

Foto: Famasul

O presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária de Mato Grosso do Sul (CRMV/MS), João Vieira de Almeida Neto, esteve presente, na manhã de ontem (5), no evento ‘Dia A: Plena Erradicação da Febre Aftosa no Brasil’, realizado na Federação da Agricultura e Pecuária de MS, em conjunto com o Governo do Estado de MS e a SFA/MS – Superintendência Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Mato Grosso do Sul.

O médico veterinário Elvio Cazola, chefe do Serviço de Saúde Animal da SFA/MS, apresentou a linha do tempo da Febre Aftosa no Brasil e, especificamente, em Mato Grosso do Sul. Segundo o especialista, são 123 anos que o País sofre com a enfermidade.

Cazola destacou que o Brasil demorou muito para alcançar essa condição sanitária. “O patamar que ocupamos hoje deve ser comemorado, porque necessariamente passou pela efetiva participação de toda a classe envolvida, não só do setor público, mas também da classe produtora”.

Sobre o plano de erradicação, destacou que consiste em chegar ao status de livre de aftosa sem vacinação para o Brasil, até 2023. “Essa transição tem que ser de forma sustentável e segura”, explicou o palestrante. “Já são 12 anos sem nenhuma ocorrência”.

Segundo o secretário da Semagro – Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar, Jaime Verruck, Mato Grosso do Sul possui quase 99% do rebanho vacinado e tem como objetivo manter esse nível de cobertura em todo o estado. “Precisamos nos preparar para um novo desafio: estruturar a questão do Iagro, principalmente na Fronteira. […]  A tendência é manter a qualidade que temos nos últimos anos em relação à vacinação”.

"Fomos compartilhar com os produtores essa grande conquitas que é o Brasil considerado livre de Febre Aftosa com vacinação. Esse é um grande mérito dos profissionais médicos veterinários que atuam na defesa sanitária. Muito foi feito, muitos se sacraficiram e empenharam em áreas de foco pra conseguir recuperar o status livre de aftosa pro Estado. A ação resultou em um repercussão muito positiva aos nossos colegas, com a recuperação de mercados importantes, possibilitando que mantivessem empresas abertas e seus funcionários empregados", ressaltou João Vieira.

 

Fonte: Ascom/CRMV-MS com Assessoria de Comunicação Sistema Famasul – Ana Brito